Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

TEXTOS

Olá! Então, hoje vou postar um texto da minha amiga e terapeuta holística Nanda Botelho, que alimenta o blog Múltiplas Realidades. O texto é pequeno, mas passa uma boa mensagem. Acredito que exitem muitas mulheres em situação semelhante a proposta do texto, e ler, trocar ideias, conversar torna-se uma forma agradável de entender e driblar isso. Boa Leitura!

 

PROGRAMAÇÃO DA MENTE FEMININA

 

Observando a história das mulheres ao longo da civilização humana, percebi que fomos programadas com a idéia que dependemos dos homens para viver. E não estou falando da interdependência natural entre pessoas. Refiro-me a sensação de desamparo de uma mulher sem um homem.

Há algumas décadas atrás uma mulher não podia fazer a compra de uma casa sem a autorização do marido, e não estou falando de acordo nupcial, não. Nos livros de Jane Austen que retrata o século XVIII, sobreviver sem marido era quase impossível para uma mulher, inclusive sua herança era tomada pelo parente masculino mais próximo.

 

Estamos presas mentalmente numa programação milenar. E ainda vamos levar alguns séculos para sermos livres de fato.

Então pensamos: Ufa! Ainda bem que isso é passado! Hoje as mulheres trabalham, são chefes de família e se viram muito bem sozinhas... Mas eu escuto a intimidade dessas mulheres e elas não estão tão bem assim. A programação está lá. Elas são dependentes da figura masculina a ponto de sofrer quando estão solteiras e sofrer dobrado na não companhia de maridos desatentos. Porém a máxima “antes só do que mal acompanhado” não figura aqui. Inconscientemente elas preferem ficar mal acompanhadas do que concretamente só. Digo concretamente, porque mesmo com maridos elas se sentem sozinhas, desacompanhadas, desvalorizadas, mas não conseguem se desligar daquele parceiro tem medo de ficarem sós, de não serem mais “amadas” por ninguém. E desconfio que tenham medo de se sentirem incompetentes como fêmeas, já que perderam o macho, não “souberam segurá-los” (aponto de Elizabeth Hurley perder uma campanha publicitária quando Hugh Grant foi pego com Divine Brown)

Estamos presas mentalmente numa programação milenar. E ainda vamos levar alguns séculos para sermos livres de fato. Estamos caminhando, mas precisamos prestar mais atenção em nossas dores e comportamentos. Ainda fingimos que somos donas da situação. Não penso que isso é totalmente verdade, não somos donas de nossas vidas, mas estamos recuperando, gradualmente, esta posição. E o primeiro passo para um avanço real, acho, é admitir nossa dependência programada dos homens.


 

Fonte: Blog Múltiplas Realidades.Programação da mente feminina. Por: Fernanda Botelho. Disponível em: http://multiplasrealidades.blogspot.com/2010/06/programacao-da-mente-feminina.html

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publicado por Lays Anorina - Ofícios do Lar às 18:27

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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

TEXTOS

Olá,

em minhas andanças pela internet, encontrei um site que considero benéfico para muitas pessoas. O Ajuda Emocional.Com, é um site voltado para auxiliar o ser humano através de texto reflexivos, onde alguns deles possivelmente poderá lhe ajudar em alguma fase da sua vida. Então, com a permissão da autora, postarei hoje um texto em que me achei nas entrelinhas, e que de alguma forma veio a cair bem com o meu momento. Então sugiro a vocês que não somente leiam, mas também acompanhem o site. Boa leitura!

 

A MULHER DA ATUALIDADE - QUEM É ELA?

Dr. Olga Tessari

 

 

O que a mulher deseja, o que ela pretende, quais são os seus sonhos?

A maioria das mulheres tem como objetivo de vida casar, ter filhos, constituir uma família, além de ter uma carreira, realizar-se profissionalmente e ser feliz! Muita coisa? Penso que não, tudo vai depender da forma como ela vai concretizar os seus objetivos, de modo que isto não lhe traga sofrimento! A mulher da atualidade parece querer abraçar o mundo, lota-se de afazeres e de obrigações sempre cobrando de si mesma a perfeição em tudo aquilo que ela faz! Quer que sua casa esteja sempre arrumada, tudo no lugar, que seus filhos sejam bem cuidados e tratados, que seu marido fique bem e vive querendo manter tudo sob o seu absoluto controle! Passa o dia no trabalho lutando para evoluir na sua carreira, abraçando muitas funções, não delegando tarefas e, ao mesmo tempo pensando nas tarefas domésticas, ligando para casa, querendo saber como as coisas estão caminhando, tem conflitos com a empregada porque ela não faz exatamente o que lhe é ordenado e, ainda por cima, culpa-se porque não consegue fazer tudo da forma como planeja, como gostaria de fazer e por não ter o controle! Tudo isso acaba por gerar em si mesma um stress acentuado, justamente porque, ao querer fazer tudo ao mesmo tempo, por desrespeito aos seus limites, acaba esquecendo-se de si mesma ou então nem sobra tempo para cuidar-se!

 

O que é mais importante? Deixar a cozinha arrumada ou sentar-se ao sofá para namorar um pouco com o marido, conversar com os filhos?


Até pouco tempo atrás, a mulher era educada apenas para ser uma boa dona de casa, esposa e mãe: ainda hoje esta é uma realidade em muitos lugares do Brasil! A mulher deveria se esmerar nestes papéis e ser submissa ao seu marido, seu amo, senhor e chefe da casa, aquele quem decide tudo só porque é a pessoa que paga as contas!
Mas devido a problemas econômicos ou mesmo por causa do desejo de se sentir independente financeiramente e produtiva (até porque ninguém valoriza o serviço doméstico), muitas mulheres saíram à luta para obterem uma formação profissional e um emprego, o que acabou gerando uma série de conflitos para ela mesma! Como conciliar a árdua jornada de trabalho fora com todas as tarefas de dona de casa, esposa e mãe? Como lidar com o instinto básico que está presente em todas as mulheres, de se sentir mãe de todos e aquela que resolve tudo por todos?
Este é o dilema da mulher da atualidade! Sempre correndo de cá prá lá, de lá prá cá, sem tempo para si mesma, cobrando-se e culpando-se quando as coisas não caminham da forma que deseja.

É preciso parar um pouco e começar a definir prioridades até para evitar o stress!


O que é mais importante? Deixar a cozinha arrumada ou sentar-se ao sofá para namorar um pouco com o marido, conversar com os filhos? Qual é o problema de acumular um pouco de roupa suja, deixar para lavar depois e primeiro sair para passear com a família? O convívio familiar é importante, tem que ser mantido e requer tempo, algo de que nem sempre ela dispõe justamente porque quer sempre deixar tudo em ordem em sua casa! Costumo dizer que a única forma de deixar a casa em ordem é colocar todo mundo para fora de casa, limpá-la e sair também! Mesmo assim, quando todos retornarem, a casa já estará suja, terá algum pó acumulado sobre os móveis!

As mulheres da atualidade lotam-se de obrigações e nunca tem tempo para ler um livro, conversar com as amigas, fazer as coisas que apreciam! Aliás, é comum que elas deixem totalmente de lado seus amigos para viver somente em função de suas obrigações! Quantas mulheres deixam suas amizades de lado e mantém apenas o círculo social do marido? E o fazem apenas para agradá-lo, nem sempre agradando a si mesmas!

 

A melhor forma de se viver bem deve conter um misto de obrigações e prazeres, aquilo que traz alegria e satisfação! E não venha dizer que seu prazer é ver a família bem porque isso apenas não basta. Claro que é bom ter tudo arrumado e bem cuidado, mas é fundamental ter cuidados consigo mesma! É preciso dedicar um tempo para si mesma, todos os dias! Sim, porque quando a mulher se cuida, sua auto estima se eleva, ela fica de bem consigo mesma e, conseqüentemente, lida melhor com tudo o que está a sua volta. Uma pessoa de bem consigo mesma é, certamente, muito mais feliz e se relaciona melhor com as pessoas que a cercam, não se irrita facilmente e não sofre por não conseguir fazer tudo o que planeja! Sabe delegar tarefas e respeitar o limite das outras pessoas, percebe que não é perfeita, sabe que sempre tenta dar o melhor de si  mesma, aceita seus erros e não se culpa por eles!

O que falta para a mulher da atualidade ser mais feliz e plena é olhar um pouco mais para si mesma, ter um pouquinho mais de cuidados consigo mesma, não para agradar as pessoas a sua volta, mas para agradar a si mesma em primeiro lugar!

 

Fonte: www.ajudaemocional.com, site da psicóloga e escritora Olga Tessari.

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publicado por Lays Anorina - Ofícios do Lar às 00:44

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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

TEXTOS

Escolhi esse texto para essa semana, inicialmente por que achei muito bom, segundo por ter identificação com o que foi escrito, parece que escreveram especialmente para mim. Acredito que muitas outras mulheres também tenham identificação semelhante. Gosto da forma como se coloca a dona de casa nos dias atuais. Será que a luta das mulheres em anos passados fora em vão, uma vez em que aumenta hoje o número de mulheres conhecidas como “do lar”? Para mim não foi, pois pela luta das mulheres antigas, é que a mulher de hoje tem seu valor, dever e benefício reconhecido aos poucos pela sociedade. Podendo fazer suas escolhas mais livremente, estando em casa por opção e não apenas pela tradição e condição que era  imposta.  Boa leitura!

Au revoir!

 

Lays Anorina - O f í c i o s   d o   L a r

 

Ser dona de casa não é falta de escolha

'Agora trata-se de um movimento renovado, pois não existe mais submissão feminina', diz pesquisadora

Segundo a psicóloga e pesquisadora Cecília Russo Troiano, autora do livro "Vida de Equilibrista - Dores e Delícias da Mãe que Trabalha"(Editora Cultrix), ao contrário de antigamente, esse retorno ao lar é uma opção, e não mais uma falta de escolha. "Agora trata-se de um movimento renovado, pois não existe mais submissão feminina", argumenta. "Antes não era uma escolha, mas sim uma resolução compulsória, o caminho tradicional a ser seguido. Além disso, as mulheres se deparavam com a falta de qualificação profissional e com um mercado que restringia o acesso feminino." 

Essa escolha, porém, é motivo para muito estranhamento hoje. A dona de casa Luciane Trapp causou polêmica quando escreveu no blog Mamíferas sobre seu encantamento pela vida do lar. Com dois rebentos, ela abdicou até de serviços de faxineira para assumir as tarefas domésticas. "Não há dinheiro, carreira ou prestígio que pague o que estou vivendo. Conforto, coisas materiais, tenho a vida inteira para conquistar, mas acompanhar os filhos pequenos é uma oportunidade única na vida!"

“Amadureci como mulher, ajudei a reorganizar as finanças da família, e minha casa ficou mais arrumada, pois antes era uma bagunça.”


Após tais afirmações, choveram críticas, pois as mães que continuam batendo ponto em uma empresa sentiram-se ofendidas, achando que a ex-modelo e ex-empresária estava criticando quem não havia feito o mesmo que ela. "Fiquei chateada no começo, pois apenas contei como me sinto realizada com a minha vida atual", explica Luciane, que dispensou o brilho dos holofotes de sua carreira de modelo para assumir o papel de "mãe em período integral". 

Enquanto muitas seguem esse caminho logo na primeira experiência de maternidade, Luciane só resolveu jogar tudo para cima depois de sua segunda gravidez. Quando não estava na escolinha, aos 6 meses de idade, sua primogênita acompanhava a mãe durante as visitas a clientes. A vida de Luciane era tão corrida que a pequena Gabriela largou o peito e foi para mamadeira com 6 meses. Diferentemente das outras entrevistadas - marinheiras de primeira viagem, que estão se adaptando ainda à rotina doméstica, algumas contando com a ajuda de empregada ou faxineira -, Luciane faz absolutamente tudo em casa. Garante que, depois que assumiu as rédeas do lar, muita coisa mudou para melhor: - Amadureci como mulher, ajudei a reorganizar as finanças da família, e minha casa ficou mais arrumada, pois antes era uma bagunça. A qualidade da alimentação de todos melhorou radicalmente a ponto de estar mais magra e mais rejuvenescida. Meus filhos estão mais amáveis e tranquilos, não ando mais estressada como antes. Agora estou sempre de bem com a vida e até o sexo com o marido melhorou. Sou amélia, caxias com as obrigações do lar e gosto de cozinhar!

 

Fonte: Disponível em: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=113501&t=ser-dona-de-casa-nao-e-falta-de-escolha

 

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publicado por Lays Anorina - Ofícios do Lar às 19:21

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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

TEXTOS

Gente, quando li esse texto eu gostei bastante, ainda mais pelos depoimentos verídicos de mulheres que se tornaram donas de casa, fosse por opção ou por falta dela. Gosto também por ele reforçar que as mulheres devem e precisam se manter informada, para não deixar o comodismo se apossar, pois está em casa, sem “obrigação” de horários é difícil para conter a preguiça, a falta de vontade de fazer as coisas, até mesmo ver televisão. Como bem disse o psicólogo e terapeuta empresarial Ricardo Estevam, sentir prazer nos afazeres domésticos não é crime e aproveitar a flexibilidade do tempo para investir em si própria. Não desistam de vocês! Boa leitura!

Au revoir!

Lays Anorina - O f í c i o s   d o   L a r

 

Dona de casa, sim!

Elas não fogem da luta. Cuidam da casa, dos filhos e do marido!


Por falta de alternativa melhor ou por real vocação pra coisa, tem muita mulher fora do mercado de trabalho e lá dentro do hortifruti, ou seja, são donas de casa. As condições do serviço não são das melhores: elas não tem horário fixo, nem salário e muito menos férias. Mas chato mesmo é ouvir dos amigos, nem tão queridos assim, que elas não fazem nada. O quê??? Mesmo com auxílio de uma empregada doméstica, cuidar da casa e dos filhos não é mole – trata-se de uma ocupação estressante e muito pouco reconhecida. Há quem se mostre bastante satisfeita por poder acompanhar o crescimento dos filhotes de perto, fazer cursinhos e cuidar de si – essas são chamadas, às vezes injustamente, de dondocas. Mas muitas se sentem frustradas e pouco produtivas, enquanto suas amigas conquistam os melhores cargos (e também algum dinheiro) no mundo lá fora.

Dizem que a gente nunca está satisfeita com o que tem: quem é dona de casa fica doida pra arranjar um emprego, enquanto quem trabalha fora quer mais é largar tudo e dar uma de "Amélia", como a advogada Márcia Galvão. Mesmo depois de ser mãe, a prioridade de Márcia sempre foi a carreira e os estudos. "Quando a minha filha completou seis meses, já voltei a trabalhar com força total. Hoje percebo como fui negligente com ela, uma vez que quase não ficávamos juntas. Eu trabalhava tanto que, quando chegava em casa, ela já estava dormindo", confessa.

 

"Ao abandonar seus projetos, ela pode se sentir frustrada e sofrer depressão, ter problemas sexuais, de obesidade ou desleixo com cuidados pessoais e até crise no casamento"

Essa história teria um final infeliz, não fossem as férias de um mês em que a advogada pôde curtir a filha fulltime. "Ela já estava com cinco anos e foi praticamente um sonho: fazia passeios, contava histórias, a colocava pra dormir. Foi aí que resolvi deixar o escritório", conta a ex-advogada, admitindo que seu padrão de vida caiu muito, contando apenas com a renda do marido, mas nenhum bem material é tão valioso como o contato próximo com a filha.

Taí um ponto importante: la plata. A dona de casa Joana Santana que o diga! "Quando me casei, tranquei a faculdade e virei esposinha. No inicio, foi legal, ajeitei nossa casa toda, fiquei malhada e loira, sabia de todos os programas que passavam na TV. Mas ter que pedir dinheiro até para comprar uma revista na banca é complicado. Ele não é meu pai, mas meu marido", desabafa Joana, com a promessa de que vai voltar aos estudos no semestre que vem. "É uma longa caminhada. Tenho que estudar, arranjar um estágio, me formar... Ainda falta muito pra ficar independente financeiramente. Se o casamento acaba, vou ficar com uma mão na frente e outra atrás", diz.

Para quem não tem grandes preocupações com o saldo bancário, a maternidade pode servir como desculpa para deixar a carreira de lado. A publicitária Neide Ferreira optou por abandonar a agência assim que engravidou pela primeira vez. "Não pensei duas vezes. Detestava o que fazia e a gravidez caiu como uma luva para jogar o diploma pro alto", lembra. Hoje, três filhos depois, confessa sentir falta de trabalhar e ter outras responsabilidades. "Não é pelo dinheiro, mas sim pela sensação de estar produzindo. Tomar conta das crianças é maravilhoso, mas me sinto 100% apta a acumular as funções. Poderia trabalhar fora e ainda assim ser uma boa mãe. Do jeito que está, é como se eu estivesse me subaproveitando", comenta Neide, que anda procurando um emprego para se sentir mais útil e recuperar o tempo perdido – mas não é tão simples assim...

Nem sempre a carreira de dona de casa é seguida por opção. O mercado de trabalho apronta das suas para manter a mulher no lar doce lar, como aconteceu com a secretária Manoela Tavares. "Trabalhei a minha vida toda, até que empresa faliu da noite pro dia! Aí fiquei de molho sem conseguir arranjar um novo emprego", conta Manoela, que no início chegou a entrar em depressão, por não ter o que fazer. A secretária conta que seu casamento ficou por um fio, tamanha choradeira interminável dentro de casa. "Fui me habituando e aprendi a usar melhor o tempo, entrei em cursos como de artesanato e jardinagem – só coisas que gosto e ainda posso aplicar no meu dia-a-dia. A verdade é que meu marido está adorando ter sua mulherzinha só pra ele, cuidando de tudo, toda perfumada quando ele chega", comenta.

Segundo o psicólogo e terapeuta empresarial Ricardo Estevam, a maior parte dos homens quer mais é manter a mulher dentro de casa. "Eles foram treinados para o papel de provedor e, por puro machismo, transferem toda a responsabilidade da casa e da criação dos filhos para a mulher. Isso é bastante cômodo, porque se algo der errado, a culpa é sempre da dona de casa, que não teria cumprido a sua parte direito", afirma, acrescentando ainda que na cabeça masculina, quando a mulher trabalha fora aumentam as chances de traição.

Por questões de criação, muitas estagiárias de "Amélia" têm como sonho de vida casar e ter filhos, sem enxergar o trabalho doméstico como algo menor. Já quando a mulher é "do lar" por conta das dificuldades do mercado de trabalho ou por não ter com quem deixar as crianças, a situação fica um tanto mais complicada. "Ao abandonar seus projetos, ela pode se sentir frustrada e sofrer depressão, ter problemas sexuais, de obesidade ou desleixo com cuidados pessoais e até crise no casamento", explica. Ao ver do terapeuta, gostar das tarefas domésticas não é nenhum crime, mas é necessário buscar aprender coisas novas diariamente para, no futuro, não se arrepender de ter jogado a vida fora – pelo contrário, se orgulhar do próprio crescimento intelectual. Ricardo dá sugestões para não virar uma pessoa "cri-cri" (que só fala de criança e criado). "A sociedade cobra que a mulher evolua e é bom mesmo que ela não se acomode. Para isso, se não quiser ou puder entrar no mercado de trabalho, sugiro que ela estude, leia jornais, acompanhe os filhos, faça cursos... O que não pode é só saber discutir sobre receita culinária", conclui.

 

Fonte: Bolsa de Mulher. Texto de Bel Vieira. Em 09/03/2007 Disponível em: http://www.bolsademulher.com/estilo/dona-de-casa-sim-3252.html


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publicado por Lays Anorina - Ofícios do Lar às 13:23

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Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

Dona de casa

Antigamente as mulheres eram preparadas para assumirem o papel da dona de casa, para zelarem por sua família e seu lar. Mas, desde meados do século XIX até os dias atuais que acompanhamos pouco a pouco a evolução feminina no mercado de trabalho, o progresso da mulher na busca pela independência, autonomia não somente no campo social, mas também no pessoal. Em plena atualidade, notamos o aumento das mulheres que trabalham fora de casa e que se realizam em suas atividades. Ouvimos por muitas vezes algumas mulheres assumindo não ter habilidade e nem prazer para com as tarefas domésticas, por outro lado, existem diversas outras mulheres com pensamento diferente, se assim pudermos dizer, com o dom para cuidar do lar. Muitas mulheres hoje se dividem entre o trabalho fora de casa e o cuidado com domicílio, mesmo quando se tem uma ou duas auxiliares em casa, ainda assim, a mulher dona daquele lar, é responsável pelas decisões e orientações da residência, função que não é tão simples e fácil.

 

No Brasil o termo dona de casa é utilizado para definir a mulher, que independente da situação civil, trabalha exclusivamente em casa, sem remuneração pelo trabalho prestado ao lar. Nesse caso, a renda familiar deriva do trabalho de outro membro da família, sejam pelo cônjuge, filhos, irmãos, etc. Hoje a dona de casa não é vista como alguém preguiçosa ou dondoca, sem talentos e conhecimentos. Apesar de que, muitas dessas mulheres que já trabalharam fora, que tem um curso superior e hoje estão exercendo a função de dona de casa, sofrem uma espécie de pressão social, por não estarem inseridas no concorrido mercado de trabalho, seja por opção ou por qualquer outra razão que as levaram a ter como principal atividade, o cuidado com o lar. É difícil para algumas mulheres dessa nova geração, assumir  socialmente seu novo posto, e dizer em meio aos amigos empresários do esposo, da faculdade, da família, a outras mulheres bem sucedidas fora do lar, que sua profissão é dona-de-casa. Quando isso acontece algumas pessoas perguntam outras simplesmente pensam: - mas somente dona de casa? Sim exatamente isso, mas não devemos usar a palavra “somente”, normalmente a dona de casa, além de manter a casa limpa, organizada, fazer as compras, preparar o cardápio, cuidar dos filhos, etc. Elas também desenvolvem trabalhos paralelos, em sua maioria trabalhos artesanais, realizados em casa, trabalhos gastronômicos, trabalhos virtuais, voluntários e outros. De acordo com o site Wikipédia a profissão dona-de-casa é regulamentada pela Lei 8.213, vigente em 24 de julho de 1991, para fins de previdência social. Ou seja, hoje a dona de casa que procurar se informar e mantiver suas obrigações como contribuintes, poderá está assegurada de alguns benefícios, coisa que não ocorria, por exemplo, nos anos oitenta. Daí, a importância de respeitar e valorizar uma dona de casa, pelo ser humano, pelas escolhas e pela atividade exercida.

 

Texto : Lays Anorina- Ofícios do lar.

 

Referências:

WIKIPÉDIA, A enciclopédia livre. Dona de casa. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dona_de_casa   <Acesso em 25/10/2010>

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publicado por Lays Anorina - Ofícios do Lar às 23:14

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.Atualmente membro da sociedade paraibana,formada em turismo,estudante,artesã,dona de casa,esposa,mãe adotiva de filhotes São Bernardo.Apaixonada pela cultura francesa,Lays Anorina é mais uma blogueira,que pretende trocar conhecimentos do lar

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